30 de março de 2012

Da livraria para a minha estante #27

Oi!


Mais uma semana. Finalmente o calor resolveu ir embora e deixou no ser lugar um friozinho agradável por aqui! Esse tempo maravilhoso melhora meu humor e para melhor mais ainda, recebi dois kits da Novo Conceito.


Garota Replay - Tammy Luciano - Novo Conceito. Estou louca para ler esse livro. Ele é bem fininho e eu estou planejando lê-lo nesse final de semana. A história parece ser bem interessante pelo o que eu li e eu achei essa capa bem bonitinha.

Junto no kit veio essa caixinha, um marcador e um espelho. Espelho que jurava que era um botton....


Estilhaça-me - Tahereh Mafi - Novo Conceito. Outro livro que eu quero muito ler. Eu tinha visto o booktrailer dele um bom tempo atrás e quando descobri que seria lançado no Brasil fiquei muito feliz. A capa é maravilhosa, tem uns efeitos reluzentes bem legais. Junto no kit vem um marcador e uma bolsa de plástico.



Gostaram dos kits? Essa semana é a semana do aniversário do blog então... Fiquem ligados que teremos promoções novas :)

Gabi

29 de março de 2012

Resenha: A força do amor - Elizabeth Chandler


A força do amor (Beijada por um anjo #2) - Elizabeth Chandler - Novo Conceito
Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série. Para ler a resenha dele, clique aqui.
Quem leu a resenha do primeiro livro da série, sabe que eu não gostei muito. E infelizmente, continuo com esse mesmo sentimento com o segundo livro.
Quatro semanas depois que Tristan morre, Ivy ainda esta tentando se acostumar com a vida sem ele. Tristan começa, com a ajuda de Lacey a tentar se comunicar com Ivy, já que ele descobre que o acidente não havia sido um simples acidente. E talvez a sua morte esteja ligada com a morte de Caroline, mãe de Gregory.
Gregory é um personagem que salva o livro. Já que a Ivy é uma personagem que não marca a história, que não me fez ficar intrigada com sua vida e com nada. Gregory é fofo e ajuda a Ivy a enfrentar seus pesadelos e enfrentar a perda de Tristan.

Acho que é o ponto positivo do livro. A presença de Gregory. Ele é um dos personagens mais trabalhados e explorados da série até agora. 
O que realmente me incomodou no livro é não temos respostas. A autora havia terminado o primeiro volume com várias perguntas no ar, e colocou apenas mais perguntas e questionamentos nesse volume, sem responder nenhuma das anteriores.
É como dar voltas, e voltas, e voltas e acabar sempre no mesmo lugar. Eu fico muito frustrada.
Elizabeth Chandler tem uma narrativa extremamente simples. Sem muitas descrições, muitos diálogos e eu sinto falta de algo a mais nos livros dela. De uma narrativa mais trabalhada e gostaria de ver os sentimentos dos personagens mais explorados.
Infelizmente, a edição continua com falta de travessões e pontuações. Menos do que no primeiro livro, mas os erros ainda aparecem.
Esse livro não tem um final. A autora apenas para e deixa o leitor se perguntando o que vai acontecer. Não gosto de finais assim, já disse várias vezes que odeio me sentir obrigada a ir ler o próximo volume para saber o que acontece.
Principalmente quando nesse livro não acontece muita coisa e agora tenho minhas perguntas do primeiro e do segundo livro acumuladas. Espero de verdade que sejam esclarecidas no próximo.

27 de março de 2012

Resenha: A música que mudou minha vida - Robin Benway

Editora: Galera Record

A vida de Audrey Cuttler não tem sido a mesma desde que aquela música chegou ao topo das paradas. Ela só queria ir a shows, andar com seus amigos e, talvez, arrumar um encontro com o gatinho do trabalho, mas agora Audrey é... famosa! Tudo por causa da música que seu ex-namorado fez sobre o rompimento dos dois - o hit do momento, quer dizer, um desastre! Agora, está na hora da Audrey contar o seu lado da história.
Fazia muito tempo que eu queria ler esse livro. Muito tempo mesmo. Tanto que quando peguei ele para ler, fiquei com medo de me decepcionar. Afinal, passei mais de anos criando expectativas e o medo de me decepcionar era grande. Felizmente, isso não aconteceu. Eu adorei o livro.

A narrativa de Robin Benway é rápida, divertida e muito boa. A história é narrada pela personagem principal, Audrey, e ela tem um senso de humor muito sarcástico que cai muito bem no meio dessa narrativa. Eu adorei a personagem, pela quantidade de tumulto que cerca a vida dela, acho que Audrey lida muito bem com as situações que aparecem no seu caminho.
Ela é uma menina de 16 anos comum, e se vê de repente o centro das atenções porque seu ex-namorado escreveu uma música sobre ela. E isso acaba sendo um pesadelo que ela se vê enfrentando diariamente, sendo perseguida por paparazzis, tendo sua privacidade invadida e tudo mais.
Juntando a toda essa situação que rende ótimas cenas, os personagens secundários também não ficam para trás. Victoria, melhor amiga da Audrey, apesar de se empolgar um pouquinho demais com a fama repentina da amiga, é aquela pessoa que se pode contar em todos os momentos. A amizade das duas é do estilo‘quando alguém magoa uma, magoa as duas’. 

Eu não conseguia soltar o livro, os capítulos tem um gancho entre si e eu me senti imersa dentro da história, de toda aquela loucura e me senti próxima aos personagens. 
É uma leitura descontraída, divertida e com uma ótima história e ótimos personagens.  A autora consegue fazer o leitor se sentir dentro da história e realmente se importar e se interessar pelos acontecimentos e pelos personagens.

25 de março de 2012

Filme: Jogos Vorazes


E finalmente chegou o momento que todos estávamos esperando. A estreia de Jogos Vorazes no cinema. Vou falar sobre o que eu achei do filme, não sou especialista em comentar sobre filmes, então será simplesmente o que eu senti durante o filme e o que eu achei da adaptação.
Depois de me decepcionar diversas vezes, eu passei a ir ver adaptações que livros que gosto muito sem nenhuma expectativa. Não vi nada além do primeiro trailer, então realmente, não fazia ideia do que iria ver.
Posso dizer que me surpreendi. O filme realmente me surpreendeu positivamente.
A adaptação é escrita pela Suzanne Collins e pelo diretor, Gary Ross então nada decepciona no quesito de cenas, diálogos e tudo mais. Um aspecto que eu gostei muito, foi que enquanto no livro temos apenas a visão da Katniss, no filme temos uma visão mais ampla do que esta acontecendo fora dos Jogos. Temos conhecimentos do que os game-makers fazem e como tudo é planejado. Seneca Crane, o organizador do evento, tem um papel mais visível no filme e eu gostei bastante disso.
Não tenho absolutamente nada a reclamar dos atores. Realmente, foi impecável as representações de personagens que eu gostei tanto. A Jennifer Lawrence como Katniss foi incrível, simplesmente ela conseguia passar o que a personagem estava sentindo com apenas um olhar. Josh Hutcherson como Peeta também proporcionou isso ao público.
Willow Shields como Prim também me impressionou. Sua atuação na hora colheita foi sensacional e eu não me aguentava de tanto chorar. Foi uma cena feita de forma maravilhosa.
Temos algumas diferenças entre livro e filme, como o broche do Mockinjay. No livro a Katniss ganha ele da Madge e no filme ela ganha de uma senhora no mercado onde ela troca suas caçadas. Não temos a presença dos Avoxes, mas eu não senti muita falta. Basicamente foram essas as diferenças que mais me chamaram atenção.
Uma coisa que me incomodou foi Cinna e Katniss. Acho que a proximidade deles foi mais próxima do que eu imaginei lendo. Não é nada diferente do livro, mas eu me senti incomodada nas cenas deles.
Gostei muito de como os Jogos Vorazes, de fato foram filmados e apresentados. O modo como a câmera se move eu achei genial, é diferente e traz aquela tensão que sentimos quando lemos o livro. O filme todo passa essa tensão, de que eles estão entrando lá para lutarem até a morte. 

Gostei que mostra bastante a animação da população da Capital para ver os jogos, vendo aquilo como um programa de TV realmente e não se importando que aquelas pessoas estão lutando por suas próprias vidas. Isso mostra que o propósito dos jogos, é alcançado anos após ano.
Já estou me estendendo muito, mas realmente, falta do que falar sobre o filme é impossível. Eu gostei muito, estou muito satisfeita com a adaptação. Eles conseguiram levar toda a essência, sentimentos e intrigas dos livros para a tela do cinema.
Let the 74th Hunger Games begin and let the odds be ever in your favor.

24 de março de 2012

Da livraria para a minha estante #26

Oi


Mais um sábado! Confesso que estava esperando ansiosamente por um fim de semana. Vamos ao que interessa realmente: livros! Eles chegaram totalmente de surpresa na sexta-feira retrasada, como eu já estava com o post da semana passada pronto, resolvi mostrá-los apenas agora.


Cruzando o Caminho do Sol - Corban Addison - Novo Conceito. O kit desse livro esta lindo. Tem a caixinha, marcador, uma tatuagem e uma pulseira. O livro parece ter uma história bem interessante, não li muito a sinopse então não tenho ainda uma ideia sobre o que o livro irá falar. 


O Espião - Clive Cussler e  Justin Scott - Novo Conceito. Eu adorei esse kit. A caixinha de confidencial foi uma ótima ideia! O livro é de um gênero diferente do que eu estou acostumada a ler, mas estou ansiosa para ver o que eu acho e conhecer livros diferentes.


Os dois livros são bem grandinhos e as letras são pequenas. Serão minhas próximas leituras então vocês podem esperar resenhas e promoções em breve!

Nunca falo dos livros que compro em e-book... Mas vou ver se começo a falar, afinal, são livros que entram na lista de próximas leituras. Comprei ontem em uma promoção na Amazon Gone do Michal Grant. Já li várias resenhas do livro e eu li a sinopse pela milésima vez, só que dessa vez algo se acendeu dentro de mim e eu senti que precisava do livro. Enfim, estou animada para ler.

Minhas leituras essa semana foram poucas. Li Beijada por um Anjo 2: A força do amor da Elizabeth Chandler, e comecei a ler 1984 do George Orwell. Estive bem atarefada com a escola e esta sendo bem desgastante. 

Trocando de assunto ontem eu fui ver Jogos Vorazes! Estou preparando um post sobre o filme, deve sair amanhã ou segunda-feira no máximo. Preciso pensar antes e tempo para escrever tudo o que eu achei sobre o filme.

Gabi

23 de março de 2012

Promoção: Presentes da Vida - Emily Giffin



Oi

Mais uma promoção no blog! A resenha foi postada ontem e agora até o dia 22 de abril vocês podem concorrer ao kit do livro.

Regras

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Boa sorte a todos!


22 de março de 2012

Resenha: Presentes da Vida - Emily Giffin

Editora: Novo Conceito
Presentes da Vida é uma continuação do livro O Noivo da Minha Melhor Amiga. Apesar de ser continuação, não é necessário ler o primeiro para entender o segundo.
O livro é narrado por Darcy, ela perdeu seu noivo para sua melhor amiga Rachel e ainda começou a sair – antes do noivado acabar – com o amigo do seu (ex)noivo. Terminado o noivado, Darcy vê sua vida de cabeça para baixo sem ter a mínima ideia do que fazer.
Ela resolve passar uma tempo em Londres com seu amigo de infância para ver se coloca um novo rumo na sua vida.
Darcy é a personagem mais fútil e egocêntrica que eu já li. Ela sempre tem que ser a melhor e sempre tem que ter todos gostando dela e dando atenção a ela. Ela chega até ser injusta criticando a ex-melhor amiga dela, Rachel, quando ela fez exatamente a mesma coisa. Ela se coloca em um pedestal e se faz de vitima quando na verdade, ela não é.
Ok, desabafei minha raiva. As características da personagem foram o que deixou o livro uma leitura não tão prazerosa quanto eu esperava.
Agora tirando a atenção da Darcy, o livro é bem escrito. Emily Giffin sabe escrever um chick-lit. Não cheguei a dar risadas, mas o livro tem todo o humor que um bom chick-lit deve ter. Podemos ver com clareza as características de cada personagem e entender porque cada um faz o que faz na história.

Os acontecimentos também são bem construídos e planejados. É uma leitura muito rápida, quando se percebe já está na metade do livro e depois ele termina.
Adorei a cena quando o Ethan, amigo com quem a Darcy vai morar em Londres, fala para ela o que eu estava falando o livro inteiro. A verdade sobre quem ela é. Foi uma cena que precisava existir e que foi muito bem escrita.
Fiquei com vontade de ler O Noivo da minha melhor amiga para ver o lado de Rachel na história.

20 de março de 2012

Resenha: Lua Azul - Alyson Noël

Editora: Intrínseca

Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série. Para ler a resenha, clique em Para Sempre.

Ever e Damen estão indo muito bem, desde que ela se tornou imortal eles tem o resto da eternidade para ficarem juntos. Porém, Damen começa a adoecer e a ficar fraco, o que é estranho já que imortais não deveriam ficar doente.

Então Ever se vê desesperada buscando uma cura e buscando respostas que possam ajudar Damen, mesmo quando ele não parece querer ser ajudado por ela.

Nesse livro, um novo personagem é adicionado a trama, Roman. Ele é daqueles personagens que desde o inicio já sabemos que não é confiável.
Roman foi um personagem que eu odiei desde a primeira linha que ele aparece. Simplesmente não fui com a cara dele em nenhum momento. Ever também não, mas ela foi o exemplo da ingenuidade nesse livro.
Ever nesse livro está pronta para agir, pronta para realmente salvar Damen do que quer que esteja acontecendo com ele. Achei isso legal dela, tomar uma iniciativa e buscar respostas e soluções.
Mas, a autora passa o livro todo criando expectativas no leitor para que quando Ever realmente descobrisse algo, seria uma descoberta impactante, mas não achei nada disso. Achei o final bem decepcionante, porque eu já esperava isso o livro inteiro. E foi feito muito mistério para nada.
E eu queria bater na Ever devido o que ela fez no final, quem leu o livro acho que imagina qual cena eu estou falando. Ela passa o livro inteiro falando que Roman não é confiável, odeia ele com todas as forças e faz aquilo? Ever, Ever, Ever...
Enfim, acho que esse livro decepciona um pouco se for comparado ao primeiro. São criadas muitas expectativas no quesito da doença do Damen, e o final decepcionou. É aquela série que não é perfeita, não é das melhores, mas eu quero continuar lendo. Acho que a Ever vai ter que sofrer muito com as consequências do seu ato impulsivo no próximo livro e estou curiosa para ver como eles vão contornar toda essa situação.
A narrativa da Alyson Noël é rápida. O livro pode ser lido em algumas horas, já que tem os capítulos curtos e um mistério que acaba deixando o leitor intrigado, mesmo que eu não ache que esse mistério tenha sido desenvolvido muito bem.

18 de março de 2012

Distopias

A estréia de Jogos Vorazes no cinema está cada vez mais perto. Nos últimos tempos, os livros distópicos vem aparecendo bastante no mundo literário e eu resolvi pesquisar um pouquinho mais sobre esse gênero.

Distopias são geralmente caracterizadas por sociedades totalitárias e autoritárias onde a tecnologia é utilizada como forma de controle.  São normalmente feitas com o intuito de criticar ou até mesmo ironizar comportamentos atuais e apresentam como eles seriam vistos em um futuro
Críticas sociais e politicas são as mais comuns. E normalmente, nesses obras, o poder está em mãos de uma elite.
Filosoficamente, muitos chamam distopias como ‘utopias negativas’. A diferença entre os termos convém em que utopias são ambientadas no presente. Distopias são ambientados em um futuro imaginário, criado pelo autor onde problemas sociais, políticos começam a aparecer em uma sociedade onde tudo aparentava estar em perfeita ordem.

Últimos livros distópicos que eu li e onde se pode achar essas características na história:
Em Jogos Vorazes de Suzanne Collins, podemos ver um governo autoritário que aparenta estar perfeito. E que através da tecnologia, deixa os moradores dos distritos sem saber o que realmente está acontecendo. A tecnologia da mídia é utilizada como forma de mostrar autoridade do governo e como forma de deixar os moradores absortos do que realmente esta acontecendo.
Na sociedade futurística de Scott Westerfeld, em Feios, vemos uma crítica a loucura para alcançar a perfeição que temos nos dias de hoje. O autor apresenta uma sociedade onde é possível se tornar perfeito, mas isso vem com um preço. A perda de pensar por si próprio. Todos aceitam as ideias que são impostas. E isso, não é dito para a população, alienando-os das consequências da cirurgia.
Em Divergent, obra de Veronica Roth, a cidade é divida em facções. Cada uma com suas características. O motivo disso acontecer, é a falta de consenso entre líderes de o porque tantos problemas estavam cercando a sociedade. Como cada um teve uma opinião diferente, houve a criação de cinco facções, cada uma prezando um valor que achavam que era o motivo dos problemas. Como a falta de coragem, a falta de inteligência, a falta de generosidade, a falta de honestidade, e a falta de tranquilidade.
Em Destino de Ally Condie. É apresentado um mundo onde as escolhas são feitas pela sociedade. Cassia acredita que a sociedade tomará as melhores escolhas para que ela tenha uma vida calma e perfeita. Os moradores são privados de tudo que farão com que eles tenham vontade de escolher, os livros que são permitido a leitura são escolhidos pela sociedade, as músicas, os filmes, jogos. Tudo. As pessoas não tem direito a escolher nada.
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Espero que tenham gostado do post! Para ler as resenhas dos livros comentados, só clicar nos links abaixo:

Resultado: Promoção 'Um Mundo Brilhante'


Vamos ao resultado da promoção do livro 'Um Mundo Brilhante'. Novamente, muito obrigada a todos que participaram!

17 de março de 2012

Da livraria para a minha estante #25

Oi!

Eu diminui bastante minha lista de leitura, e eu estava com vontade de comprar algum livro novo. Então, aqui estão minhas compras da semana:




Just Listen da Sarah Dessen. Esse livro já foi traduzido para português, o nome continua o mesmo e foi publicado pela Farol. Desde que terminei A Caminho do Verão eu quero ler outro livro da Sarah Dessen e quando eu vi essa capa maravilhosa eu fui obrigada a comprar. Sério, vocês não fazem ideia como a capa e contracapa são lindas. Ao vivo é mil vezes melhor.

The Fault in Our Stars - John Green. Eu li o livro em e-book  e me apaixonei. O melhor livro que eu li até agora em 2012 e eu tive que comprar a versão em hardcover porque é um daqueles livros que vale a pena ter na versão física porque é incrível. É um livro que realmente me emocionou, e vocês vão ler mais sobre isso na minha resenha (que eu ainda estou revisando e revisando porque não consegui escrever de um jeito que realmente mostre como o livro é bom).


Estou apaixonada por esses livros...

Eu terminei de ler Just Listen no inicio da semana já, então resenha dos dois livros em breve. Também estou relendo Jogos Vorazes para me preparar para o filme, o que faz a minha lista de leitura parar, mas azar... Depois eu resolvo isso.

Meu tempo esta mais curto devido a escola e vai ficar mais ainda quando as provas começarem... E ainda aindei inspirada para escrever essa semana, o que faz minhas leituras ficarem um pouco de lado.

E, quem me acompanha pelo skoob, sabe que eu também estou lendo -tentando- O Guarani para a aula de literatura... O que faz tudo ficar ainda mais lento ainda.

Enfim, esse é o resumo de como andam minhas leituras nos últimos dias. Sábado que vem tem mais livros! Que chegaram essa semana, mas eu resolvi dividir para não mostrar tudo hoje e ficar sem nada semana que vem.

Lembrando que hoje é o último dia para participar da Promoção de 'Um Mundo Brilhante'.

Gabi

15 de março de 2012

Resenha: O dia do Curinga - Jostein Gaarder


                                                    Editora: Companhia de Bolso
O dia do Curinga conta a história de Hans-Thomas. Um menino que segue com seu pai da Noruega até a Grécia com o intuito de procurar por sua mãe, que havia deixado eles oito anos antes. No meio dessa viagem, Hans-Thomas ganha um livrinho e uma lupa de estranhos e então uma narrativa paralela se desencadeia.
Minha primeira experiência com a narrativa de Jostein Gaarder foi com ‘O Mundo de Sofia’ uns dois anos atrás. O Dia do Curinga, segue o mesmo esquema. Temos duas narrativas que se intercalam durante o livro. Nesse caso é a viagem de Hans-Thomas e o pai até a Grécia e a história do livrinho.
A narrativa do livrinho é totalmente intrigante. É uma loucura sem fim, mas eu me vi totalmente imersa naquele mundo que parecia ser as vezes fantasia e as vezes realidade. A história fala sobre cartas de baralho. E o modo como o autor fala sobre o curinga eu achei genial. Só temos um curinga no baralho, e ele pega essa ideia e trás para o mundo real. Onde há poucas pessoas consideradas curingas.
“Um curinga é um pequeno bobo da corte, uma figura diferente de todas as outras. É um caso a parte, uma carte sem relação com as outras. Ele está no mesmo monte das outras cartas, mas aquele não é o seu lugar. Por isso, pode ser separado do monte sem que ninguém sinta sua falta” – Jostein Gaardner
Os diálogos entre o pai e o filho são muito bem escritos. Vários pensamentos filosóficos que realmente, deixam o leitor pensando sobre tudo que é dito no livro. E os temas sobre quais eles conversam são dignos de tirar um tempinho para pensar mesmo.
Adorei o livro! Vale a pena dar uma chance para o autor, essa história é muito bem construída e interessante de se ler, principalmente para quem se interessa por filosofia ou para quem quer ler algo diferente.

13 de março de 2012

Resenha: Para Sempre - Alyson Noël

Editora: Intrínseca

Eu li o livro pela primeira vez dois anos atrás, e não tinha tido interesse em continuar a série. Ano passado comprei o segundo volume e depois de demora para resolver reatar coma série tive que reler o primeiro porque não me lembrava com clareza da história.
Ever tinha a vida perfeita, até que ela e sua família se envolvem em um acidente de carro. Ela se vê sozinha no mundo e dessa vez com um poder em especial. Ela consegue ver a aura das pessoas, e consegue saber a sua vida com apenas um toque. Então ela resolve se excluir do grupo.
Até que aparece Damen. Um menino irresistível e misterioso. Ever não faz ideia de quem Damen realmente ela, mas ela começa a sentir algo por ele.
Ever, Ever, Ever. Não é a pior personagem que eu já li, mas ela faz muita tempestade em copo d’água. Ela ‘estraga’ os momentos bonitinhos entre ela e Damen. Está tudo ótimo, perfeito e ela resolve brigar com ele por motivos bobos, isso me irritou bastante durante a leitura.
Damen é aquele personagem que tem tudo para encantar, é perfeito, é irresistível, mas também comete vários erros. Principalmente tentando esconder seu segredo da Ever... Acho que depois de tantos livros onde isso acontece, fica bem claro que relacionamento com segredos sobrenaturais no meio, acabam em brigas.
A narrativa da Alyson Noël tem um ritmo bom de se ler. As primeiras duzentas páginas passam rapidamente e quando se vê já estamos no final. E é quando eu acho que as cenas foram mal organizadas. A leitura fica cansativa, eu queria que terminasse logo. Já estava tudo se acertando depois de um momento entre irmãs, tudo indo para um caminho bom e a autora coloca um problema de novo.

Claro que ela colocou um problema no final do livro para dar um gancho para o segundo, mas eu não consigo gostar de me sentir obrigada a ir ler o próximo para saber o que acontece. 
Essa série tem várias resenhas de amor e ódio, então acho que só lendo mesmo para ter uma boa opinião formada.

11 de março de 2012

Filme: Razão e Sensibilidade, 1995


A versão de 1995 de Razão e Sensibilidade é dirigida por Ang Lee e tem o roteiro escrito por Emma Thompson.
Eu gostei bastante da adaptação. Conseguiram colocar todos os acontecimentos principais em duas horas e quinze, e mesmo que algumas cenas tiveram que ser modificadas um pouco,  isso foi feito sem mudar a essência do livro e dos personagens.

O roteiro foi muito bem escrito, venceu o Oscar de 1996 para melhor roteiro adaptado. E no Globo de Ouro do mesmo ano venceu melhor filme (drama) e melhor roteiro. Foi fiel as características psicológicas dos personagens  e aos acontecimentos do livro.
As atuações também foram extremamente fieis as características dos personagens no livro. Adorei Kate Winslet no papel de Marianne Dashwood e Alan Rickman no papel de Coronel Brandon foi espetacular.
Greg Wise da a personificação toda ao John Willoughby, divertido e carismático tornando impossível não se apaixonar por ele. Adorei Hugh Grant no papel de Edward Ferrars.
Não gostei de Emma Thompson  no papel de Elinor Dashwood. Acho que deixou a Elinor parecendo muito velha, quando na verdade ela não é, contudo apesar disso ela mostrou bem a Elinor psicologicamente. E Imogen Stubbs no papel de Lucy Steele deixou a desejar. 
Algo que eu adoro nos livros são os relacionamentos entre os personagens, e o filme mostra todos eles. Relacionamento entre as irmãs, amigos etc. Tudo é visivel o que torna fácil a pessoa que está vendo ser transportada para dentro do filme e se sentir parte daquela sociedade.
O filme tem um ótimo ritmo e uma trilha sonora maravilhosa. As paisagens são encantadoras e tudo isso se junta fazendo o tempo passar rápido enquanto se está assistindo. Recomendo bastante.
Gabi

10 de março de 2012

E os vagalumes #32

Normalmente não posto colunas no sábado, mas eu não recebi nada essa semana e não queria deixar sem post. 

Faz um tempo que essa coluna não aparece por aqui, mas irei voltar a fazê-la com mais frequência. 

Para quem não conhece, E os Vagalumes é uma coluna onde eu posto um texto/frase de um autor e comento ou as vezes eu posto um texto meu.
Espero que gostem!


Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro. – Clarice Lispector

Essa é uma frase que eu gosto muito. A leitura que eu faço é que os defeitos que temos, fazem parte da nossa personalidade. Fazem parte de quem somos e nos compõe como pessoas. E nem sempre o que achamos que é um defeito, é realmente um defeito. Outros podem considerar uma qualidade. Tudo depende do ponto de vista.
Se eliminarmos um suposto defeito, podemos ruir de vez porque quem disse que ele não é o que constrói nossa personalidade, e sendo assim, nos constrói? Esse defeito pode ser o alicerce para todo o resto.
Estamos constantemente insatisfeitos com diversas características. Seja física ou psicológica. Quando na verdade, são esses detalhes que constroem o que e quem realmente somos.
Sempre considerei minha timidez como um defeito, muitas vezes já me incomodou a ponto de querer ser totalmente diferente. Contudo depois, eu paro e penso que se eu não fosse assim, eu não seria na verdade eu. Porque a timidez é uma característica muito forte da minha personalidade.
Querer lutar contra traços de personalidade, é começar uma guerra interna contra sua própria identidade.
Ter um defeito pode ser o ponto de partida para infinitas qualidades. E eliminando um, estará eliminando tudo que é ligado a ele. Tanto defeitos quanto as qualidades, pois um pode estar ligado com o outro.

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8 de março de 2012

Resenha: Persuasão - Jane Austen


Em Persuasão, Jane Austen nos apresenta Anne Elliot. Ela era noiva do oficial da marinha Frederick Wentworth, mas foi persuadida a cancelar tudo por sua amiga, que não aprovava sua escolha.
Anne havia confiado no tempo para esquecer tudo, mas quando, oito anos depois, eles voltam a se ver frequentemente, ela percebe que o Capitão Wentworth já havia seguido em frente e estava preocupado cortejando outras moças.
Os romances de Jane Austen são atemporais. Não importa que o livro tenha sido publicado em 1818, vários acontecimentos e sentimentos são comuns nos dias de hoje. Desentendimentos, arrependimentos, influências por parte dos outros e o amor em si. Por isso eu amo tanto ler livros dela.
Persuasão foi uma leitura prazerosa. A maneira como Jane Austen caracteriza a personalidade dos personagens é incrível, todos são bem desenvolvidos e trabalhados. É uma característica que esteve presente em todas as obras dela.
“Era evidente que o cavalheiro (de maneiras totalmente dignas de um cavalheiro) a admirou demais”
Eu adoro o modo como os relacionamentos aconteciam naquela época. O cavalheirismo, as cartas são cativantes demais para mim. E nesse livro teve tudo isso para me agradar. Frederick Wentworth entrou para minha lista de personagens favoritos. E Anne Elliot também, simplesmente por ela ter sentimentos tão comuns, tão reais e eles serem retratados de uma forma tão bonita e discreta pela autora.
 “Minha ideia de uma boa companhia, Sr. Elliot, é a companhia de gente inteligente e bem informada, que sabe conversar, é isto que eu chamo de boa companhia” – Anne Elliot.
Recomendo a leitura. É uma ótima história, com ótimos personagens e narrado brilhantemente pela Jane Austen.

6 de março de 2012

Resenha: Missing you - Meg Cabot

Missing you (Desaparecidos #5) - Meg Cabot

Meg Cabot fechou a série Desaparecidos com chave de ouro. Resumidamente é isso que eu tenho a dizer sobre o quinto e último volume da série.
Somos levados para dois anos depois do final de Sanctuary. Jess está morando em Nova Iorque com Ruth e estuda na Julliard. Ela acabou trabalhando durante um ano para o governo americano e isso a desgastou muito, psicologicamente. Jessica não percebe que ainda não está completamente curada até Rob Wilkins fazer uma visita surpresa ao seu apartamento, pedindo um favor que fará Jess voltar a sua cidade e tentar se reencontrar.
O fato de a Meg ter adiantado dois anos, fez esse livro muito mais dinâmico em todos os sentidos. Afinal, Jess não é mais uma adolescente de dezesseis anos. Acho que uma parte que realmente me tocou foi o fato que durante todos os livros, Jess sempre foi aquela personagem forte, que não deixava nada abalar seus sentimentos. E nesse livro, vemos Jess sofrendo com tudo que ela vivenciou durante o período que trabalhou localizando terroristas. Isso realmente deixa uma marca nela.
Novamente, temos uma história totalmente diferente das outras. A Meg conseguiu criar um mistério completamente diferente e envolvente. Acho que tirando os acontecimentos do terceiro livro, esses foram os mais chocantes.
Um personagem que realmente, realmente me encantou nesse livro foi o Rob. Nesses dois anos, ele e Jess pararam de se ver. Mas depois de sua visita surpresa, eles seguem junto para a cidade para resolver o mistério (não vou contar, fiquei toda curiosa quando surge no livro e vou deixar vocês ficarem curiosos também). Mas enfim, ele e Jess voltam a se falar. E descobrimos outro lado de Rob Wilkins. E com isso eu me apaixonei mais ainda por ele. A Meg Cabot consegue criar cada personagem....
A série foi finalizada com chave de ouro. Normalmente, eu me decepciono com alguns finais, mas esse foi mais do que eu esperava. Foi um final maravilhoso para uma série maravilhosa.

5 de março de 2012

"Entre Parêntesis" #8




Oi


Como eu tinha dito no post de sábado, "Entre Parêntesis" esta de volta!! Eu adoro escrever essa coluna, e adoro procurar frases.


Espero que gostem das que eu selecionei para o post de hoje.





1) O destino une e separa as pessoas, mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas que, por algum motivo, um dia nos fizeram felizes. (Autor Desconhecido)

2)  Chega um momento na vida em que você sabe quem é importante para você, quem nunca foi, quem não é mais e quem o será sempre. (Charles Chaplin)

3) "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."  (Fernando Pessoa)

4) “A pior coisa do mundo é quando alguém faz você se sentir especial, e de repente, te deixa de lado. E aí você tem que agir como se não se importasse." (Caio F. Abreu)

5) “Eu vou deixar pra lá, fingir que esqueci, agir como se não importasse. O que é verdadeiro volta.” (Caio F. de Abreu)

Gabi

4 de março de 2012

Promoção: Para Sempre - Kim e Krickitt Carpenter

Olá gente!


Hoje teremos mais uma promoção aqui no blog! Dessa vez é do livro "Para Sempre" de Kim e Krickitt Carpenter da Novo Conceito. A promoção irá durar de hoje, 04/03 até o dia 01/04. Boa sorte a todos!


Regras:

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3 de março de 2012

Da livraria para a minha estante #24

Olá!

Achava que nem iria ter "Da livraria para minha estante" nessa semana. Mas, para alegrar minha semana estressante chegou um livro na sexta-feira. E meu humor melhora surpreendentemente quando eu recebo livro novo. 

Beijada por um anjo 2: A Força do Amor - Elizabeth Chandler - Novo Conceito

Recebi da editora o livro. Como tinha recebido o quinto, resolvi dar uma chance a série. Apesar de não ter gostado do primeiro livro, vou seguir lendo. As capas dessa série são muito bonitas e estou torcendo para que a revisão de texto não peque tanto como no primeiro. Em breve resenha!

Recados:

Lembram das duas colunas que eu costumava postar aqui um tempo atrás? "Entre Parêntesis" e "E os Vagalumes...". Estou me planejando para voltar a postá-las com mais frequência. Então podem esperar posts diferentes logo logo!

Na quinta-feira alcancei uma meta que já tinha há um tempo atrás que era chegar a 200 seguidores no blog. Eu fiquei muito feliz e queria agradecer a todo mundo que visita/comenta/participa do blog. E dizer que qualquer sugestão, comentário, crítica, será mais que bem vinda a qualquer momento. Estou sempre procurando melhorar e fazer o blog crescer.

Muito obrigada!



Recebi da Naty do Just Books um selinho com algumas perguntas. Aqui estão elas:

1 de março de 2012

Resenha: Para Sempre - Kim e Krickitt Carpenter

Editora: Novo Conceito

Para Sempre é um livro muito rápido de se ler. Em algumas horas a leitura termina. Kim e Krickitt sofrem um acidente de carro apenas dois meses após o casamento. Krickitt, sofre ferimentos graves na cabeça e tem sua memória comprometida. Ela simplesmente, não se lembra de nada do último ano.
Já li alguns livros sobre perda de memória, mas esse, sabendo que é uma história real, foi o que mais me deixou pensando nesse assunto. Kim e Krickitt não são personagens fruto da imaginação de um autor, Kim e Krickitt são pessoas reais que tiveram que lidar com tudo que é mostrado no livro.
A história é narrada por Kim, e podemos ver o quanto ele é apaixonado pela esposa e o quanto ele sofreu vendo que ela não se lembrava mais de quem ele era. 
Eu gostei da narrativa, é bem simples e rápida. Não tem muitos diálogos, e é alguém tivesse  contando uma história em voz alta, relatando acontecimentos e experiências. A cena do acidente de carro foi perfeitamente narrada e descrita. Senti a angústia de Kim naquela cena e nas cenas seguintes. 

Vale a pena ler o livro e conhecer esse história, conhecer o que os dois passaram e ver Kim ficando ao lado de Krickitt mesmo quando ela não se lembrava mais dele, ele ainda estava lá. Sempre ao seu lado ajudando-a. 

Eu senti falta, no final do livro, de algum comentário da Krickitt contando a perspectiva dela de todos aqueles acontecidos e tudo mais. 
É uma história muito bonita, por ser real, torna tudo mais bonito ainda. Saber que os dois passaram por todos os contratempos impostos pela vida e ainda continuaram em frente, sem desistir.