29 de março de 2013

#TeoremaJohnGreen: Nerdfighters



Eu fui conhecendo os nerdfighters aos poucos, e conforme eu ia assistindo os vídeos dos vlogbrothers, eu ia ficando cada vez mais fascinada. É uma comunidade awesome, que tem ideias incríveis e que as torna realidade.
Quando eu entrei no grupo dos nerdfighters do Brasil, o número não era muito grande, e depois que A Culpa é das Estrelas foi publicado no Brasil, eu fiquei muito feliz em ver o crescimento.
No evento do John Green que eu fui, eu disse que eu era do Brasil e ele comentou dizendo que a comunidade de nerdfighters do Brasil era incrível, muito unida que faz ações muito legais. E sabe, eu senti muito orgulho de fazer parte de tudo isso.
E eu sinto. Essa semana prova que todo mundo se esforçou para fazer o melhor possível para divulgar o livro. E eu tenho certeza absoluta, que só vai ficar cada vez melhor.
Aproveitando o post, me despedindo da semana #TeoremaJohnGreen estou também me despedindo da Inglaterra e do meu intercâmbio. Enquanto leem isso, eu estarei no aeroporto ou já no avião. E eu queria dizer por aqui que foi a melhor experiência da minha vida e que dói muito, dizer tchau para as pessoas incríveis que eu conheci por aqui.
Talvez o blog e as redes sociais fiquem mal atualizados por alguns dias, até eu me organizar novamente em casa. Mas eu já prometo em breve um bookshelf tour e vídeos!
Obrigada a todo mundo que participou da promoção do blog, eu fiquei muito feliz em ver bastante gente enviando as respostas e fiquei muito feliz lendo todas elas. Infelizmente, só uma pessoa leva o livro... E essa pessoa é: Vanilda Procopio. Parabéns! Você irá receber um e-mail e peço que responda assim que possível com os dados para o envio do livro.

Gabi

28 de março de 2013

#TeoremaJohnGreen: Sobre A Culpa é das Estrelas



Hoje é o dia especial de A culpa é das estrelas!Esse é um livro que com o passar do tempo, desde que eu o li pela primeira vez, foi se tornando mais e mais importante para mim.
Eu terminei de ler no meu kindle, um livro que eu sempre tinha lido muitos comentários positivos no dia vinte e nove de março de 2012. Quase um ano atrás.
E é um dos livros que eu não apaguei nenhuma parte da história. Nenhum detalhe, nenhuma fala, nada. É o livro que eu sei as quotes de cor e que me trouxe tantas coisas positivas no último ano.
Foi meu primeiro livro do John Green, e com isso, eu conheci o canal vlogbrothers, conheci os nerdfighters, e tantas coisas legais só porque eu li um livro e senti como se eu pertencesse naquela história.
Eu já recomendei esse livro para muita gente, muita gente mesmo, e até agora, todo mundo que voltou e comentou comigo o que achou do livro, gostou.
No evento que eu fui em Londres, no inicio de fevereiro, eu me senti tão bem, mas tão bem, que chegou a ser algo mágico. E eu descobri que eu gosto tanto do livro quanto sobre a história de criação dele.
Eu gosto dos significados pequenos que aparecem nas entrelinhas do livro, como a mudança de Augustus para Gus, como a escolha de Amsterdam, do nome da Hazel e muitas outras coisinhas que mostram como esse livro foi bem pensando e como ele é especial.
O livro vai ter uma adaptação no cinema, e eu não vou começar a comentar sobre isso nesse post. Vou deixar para quando todos os atores forem escolhidos e divulgados e enfim. Não vou sofrer com antecedência.
Caso vocês ainda não tenham lido... Acho que está na hora!
(E se já leram e quiserem ler O Teorema Katherine, tem promoção no blog!)

26 de março de 2013

#TeoremaJohnGreen: Sobre Katherines + Promoção!


Colin é um menino prodígio, extremamente inteligente que acabou de se formar no ensino médio e acabou de levar o décimo nono fora de uma menina chamada Katherine.
Seu melhor amiga Hassan, decide que eles vão partir em uma road trip, com o intuito de que Colin se sinta melhor. Eles vão parar em uma pequena cidade no Tennesse, onde Colin resolve que vai inventar um teorema que diz quem vai levar e quem vai dar o fora no relacionamento e quando isso vai acontecer. 
Ao mesmo tempo em que é um livro extremamente engraçado, também trás assuntos como nunca se sentir bom o suficiente para nada nem ninguém e querer fazer algo com a sua vida.

Eu simplesmente amo a forma como o John Green consegue escrever livros que são diferentes uns dos outros, mas que conquistam o leitor.

Se vocês forem ler, me digam depois o que acharam! E caso estejam interessados em ganhar o livro, é hora de promoção!
Minha quote favorita é “Qual o sentido de estar vivo se você nem ao menos tenta fazer algo extraordinário?e a promoção consiste em você contar o que você gostaria de fazer na sua vida, que seja extraordinário e por quê?
O vencedor é aquele que tiver o sonho/desejo mais criativo extraordinário!
O resultado será postado no blog na sexta-feira, aqui no blog. 
As respostas deverão ser enviadas para o e-mail  teoremajohngreen@gmail.com com o assunto "Promoção - Livros e Vagalumes"

Gabi

25 de março de 2013

#TeoremaJohnGreen: Apresentação


Quem visita o blog já faz algum tempo, sabe sobre como eu adoro os livros do John Green. E se você ainda teve sorte de se escapar de posts meus falando e falando sobre os livros dele, essa semana vai ficar impossível.
Os Nerdfighters aqui do Brasil, assim como no lançamento de A Culpa é das estrelas estão fazendo uma semana especial para o Teorema Katherine. Uma semana com posts sobre o livro e com muitas promoções! 

Tem sorteios no twitter para quem usar a hashtag #TeoremaJohnGreen

Inclusive, eu aconselho vocês a voltarem aqui no blog amanhã... 

Enfim, o blog Nem um Pouco Épico está fazendo uma grande promoção que vai sortear cinco kits. A capa atual de O Teorema de Katherine, foi criada por uma fã, e a promoção consiste em você criar uma nova capa para o livro! Mais informações no Nem um Pouco Épico.

Eu vou tentar atualizar o blog todos os dias com os posts especiais! Mas está tudo uma correria por aqui (estou voltando para o Brasil na sexta) então talvez eu acabe deixando algum dia em branco. 

Mas são muitos blogs participando, e ainda tem a divulgação no twitter/facebook. Espero que participem e que gostem da semana especial!

Gabi

22 de março de 2013

Resenha: My sister's keeper - Jodi Picoult


O nascimento de Anna não foi um acidente, ela foi geneticamente modificada para ser compatível com sua irmã mais velha, Kate, que foi diagnosticada com leucemia. Anna seria assim, uma doadora compatível.
Treze anos depois de várias doações, Anna procura um advogado. Ela quer processar seus pais e quer ter direitos sobre o seu próprio corpo.
My sister’s keeper é um livro profundo, cheio de assuntos polêmicos e é uma história onde não existe o certo e o errado. Não existe maneira alguma de chegar a uma conclusão, de dizer que o certo é a Anna ganhar o caso ou seus pais.
A narrativa da Jodi Picoult é maravilhosa. Foi meu primeiro contato com a forma como ela escreve e eu não poderia ter gostado mais. Os personagens são extremamente bem construídos e todos tem um peso na história. Todos têm seus dois lados. Todos têm defeitos e qualidades.
O livro é narrado por praticamente todos os personagens. E isso proporciona o leitor entender a mente de cada um. Porque é uma história, que caso fosse narrada apenas pela Anna, ou apenas pela sua mãe, não seria justo nem completo. É preciso entender todas as partes da equação. Para tentar entender o todo.
A autora vai liberando informações durante a história, que vão fazendo com que o leitor repense tudo que já tinha sido dito antes. E ela termina um livro com um final que deixa o coração apertado e um grande vazio.
Não é uma leitura leve, mas eu não conseguia soltar o livro. Conforme você vai lendo e vai se envolvendo com a história, você se vê parte dela. Quer saber o que o júri vai dizer, quer saber que decisão vai ser tomada e como tudo vai terminar.
Apesar de ter sofrido com o final, acredito que a autora não tinha muitos outros caminhos para seguir. Qualquer rumo que ela tomasse, teria um final pesado.
Eu recomendo o livro, é uma daquelas leituras que levantam inúmeras questões e deixa o leitor pensando por muito tempo. E é esse o tipo de livro que eu gosto, daqueles que mesmo eu fechando e guardando de volta na estante, a história não me deixa em paz.

18 de março de 2013

Estive pensando... #7


Vários livros que eu gosto, alguns são meus favoritos, vão ganhar adaptações cinematográficas no futuro. E eu não estou no grupo de pessoas que ficam animadas quando seus livros favoritos vão virar filmes. Eu fico com um aperto no coração.
Pegando The Fault in Our Stars como exemplo. Por mais que o John Green diga que o roteiro está bom e que ele gosta do diretor, as chances de eu odiar o filme são muito grandes. Por quê? Porque o livro significa muito para mim, eu tenho a minha visão dos personagens e nem sempre o diretor vai imaginar o Augustus como eu imagino e a Hazel como eu imagino.

15 de março de 2013

Resenha: O segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella


Estou começando a achar que chick-lit não é mais meu gênero. Escolhi Sophie Kinsella para ler em um lindo dia onde estava bem doente e não consegui ir para a escola. É minha segunda experiência com a narrativa da autora e eu digo, não é ruim.
Mas é aquela história de preferências, e o chick-lit não está mais me agradando como costumava. O livro conta a história de Emma Corrigan, que acha que seu avião vai cair, bebeu um pouco demais e acaba desabafando todos os seus segredos para um homem sentado ao seu lado. Todos. Todinhos.
Ela esperava que nunca mais fosse ver a pessoa na sua vida, mas não é bem assim que as coisas acontecem.
O livro é muito engraçado. Tem cenas que eu fiquei com vergonha pela Emma, que eu fiquei vontade de cavar um buraco e me esconder dentro. Acho que esse é o principal ponto dos chick-lits, eles são engraçados. São livros para passar o tempo e se divertir.
Jack, o homem para quem Emma conta sua vida inteira e mais um pouco, proporciona as cenas mais engraçadas. Onde ele coloca Emma nas situações mais apertadas possíveis, porque ele sabe dos segredos e faz com que ela tenha que mentir mais uma vez sobre eles.
A voz que a autora dá para os personagens é muito real. Eu consigo imaginar tudo como um filme na minha cabeça. Sophie Kinsella sabe muito bem como narrar um livro e como criar personagens.
Eu, infelizmente, não gostei de como tudo aconteceu no final. Achei que foi corrido e foi muitas informações, muitas coisas acontecendo em poucas páginas. Talvez se fosse desenvolvido com mais calma eu teria gostado um pouquinho mais.
É um ótimo livro de chick-lit, sem dúvidas nenhuma. Mas o gênero não está mais funcionando comigo.

11 de março de 2013

Resenha: Shiver - Maggie Stiefvater


Desde que eu li a Saga Crepúsculo, eu não gosto de lobisomens. E foi isso que fez com que eu não me interessasse por Shiver, por mais que eu ouvisse comentários positivos sobre o livro.
Mas eu precisava de livros e esse estava lá na biblioteca, não tinha outras opções que tinham me chamado atenção, então resolvi dar uma chance para essa história.
A mitologia de lobisomens, é bem diferente do que eu pensava que seria. E a história também. Quando Jack é atacado por lobos e considerado morto, toda a cidade se vira contra esses animais. Menos Grace. Porque desde criança, ela sente uma fascinação pela alcateia, e por um lobo de olhos amarelos em especial.
Até que um dia, ela conhece um menino de olhos amarelos, e ela consegue ligar os pontos.
Algo que eu gostei nesse livro, foi que não existe toda aquela história da pessoa levar um bom tempo para descobrir que a pessoa x não é apenas uma pessoa e sim um ser sobrenatural. Isso acontece bem rápido e não é o foco principal do livro.
Eu gostei da maneira como o relacionamento de Grace e Sam foi desenvolvido. A autora narra de uma forma muito delicada, e boa de ler. Apesar de que o romance estilo amor a literalmente primeira vista tenha me incomodado no inicio, depois de um tempo isso perdeu a importância. Sam é muito fofo.
A mitologia dos lobisomens da autora consiste em temperaturas. Quando está muito frio, eles se transformam em lobos. E depois de alguns anos voltando a ser humano na primavera, isso para de acontecer e eles permanecem como lobos para o resto da vida.
Isso foi interessante e diferente. É um livro bom. Uma história fofa e legal de se ler. Eu só achei que a autora ficou uma boa parte do livro sem colocar nenhum conflito e deixou para colocar tudo no final.
Shiver tem uma continuação, que eu não sei se tenho vontade de ler. Fazia tempo que eu não lia nada sobrenatural e eu gostei bastante da leitura. 
No Brasil o livro recebe o nome de Calafrio e é publicado pela editora Agir.

3 de março de 2013

Resenha: Jellicoe Road - Melina Marchetta


Jellicoe Road é um livro que começa devagar, você não sabe ao certo que rumo a história vai seguir e de repente, você não consegue mais soltar. Têm duas histórias narradas ao mesmo tempo e o livro realmente fica bom, quando você entende a ligação entre as histórias. Taylor foi abandonada pela mãe na Jellicoe Road quando ela era pequena. Hannah a encontra e a leva para o internato Jellicoe. Taylor cresce morando lá e cresce tendo Hannah como sua única ligação adulta.
Com quatorze anos, ela foge com um Cadete, Jonah Griggs, para tentar encontrar sua mãe. O plano não funciona e ela é levada de volta. Agora, com dezesseis, ela é líder do seu dormitório e líder da escola. Líder no aspecto, que existe uma guerra territorial acontecendo entre os alunos do internato, Cadetes e Twonies (moradores da cidade). Taylor precisa liderar os alunos do internato da melhor maneira possível.
Um dia, Hannah desaparece sem deixar informações e Jonah Griggs aparece novamente na sua vida como líder dos Cadetes.
O fato das guerras territoriais, não são guerras de verdade, com armas e etc., mas existe uma competição entre os grupos para ver quem possui cada território da redondeza. O começo do livro é confuso, mas como eu disse antes, depois que os pontos se juntam, é impossível largar.
Eu amei os personagens. O amadurecimento deles no decorrer da história e como você vai descobrindo o passado de cada um. As cenas onde os três líderes estão juntos são muito bem escritas. E as minhas favoritas são as cenas entre a Taylor e o Jonah. Ele ganha o posto de personagem mais honesto de todos. Ele tem milhões de defeitos, mas é encantador ao mesmo tempo.
Eu recomendo bastante essa leitura. Eu senti um diferencial na narrativa da autora que faz com que mereça reconhecimento.