26 de fevereiro de 2014

Leituras de Fevereiro (2014)

         
Mais um vídeo de leituras do mês! Eu li quatro livros muito bons em fevereiro e no vídeo vocês podem ver alguns comentários breves e um pouco da sinopse de cada um. As resenhas que ainda não foram postadas vocês podem conferir durante as próximas semanas com comentários mais detalhados.

Espero que vocês gostem!

             
Mansfield Park - Jane Austen (resenha)
A estrela que nunca vai se apagar (vídeo)(resenha)
Atonement - Ian McEwan (em breve)
O céu dos suicidas - Ricardo Lísias (em breve)

24 de fevereiro de 2014

Resenha: Mansfield Park - Jane Austen

Mansfield Park era o livro que faltava para eu completar a leitura de todas as obras da Jane Austen. É uma sensação estranha saber que agora eu só poderei entrar em contato com a narrativa da autora por meio de releituras.
Os enredos dos livros da Jane Austen são sempre muito abrangentes, em Mansfield Park não é diferente. Quando criança, Fanny é mandada para morar com seus tios que possuem melhores condições que criá-la. Lá, ela nunca ganha muita atenção e é tratada como inferior aos seus primos.
Os anos passam e Fanny é uma menina muito tímida, reservada e ela não tem muito espaço na casa para se expressar. Suas primas começam a ir a bailes, começam a aparecer pretendentes e ela apenas observa tudo que acontece em Mansfield Park.
Jane Austen insere o leitor nesse circulo de pessoas e o leva durante os meses e acontecimentos na família. Algo que eu sempre gosto nos livros da autora é como todos os personagens têm sua própria história. Os personagens secundários tem grande importância para o enredo e compõe um livro muito completo. A autora permite uma visão completa de tudo que acontece no mundo da protagonista.
Durante a leitura eu me sinto parte da história. Eu me envolvo com os personagens e eles se tornam importantes para mim. Fanny é uma protagonista bem diferente, ela não aparece na história com muita importância por um bom tempo. Ela é apenas a observadora dos acontecimentos da vida de seus primos e primas.

O grupo de personagens desse livro não é o meu favorito, comparando com os outros livros da autora, mas ainda assim eu me envolvi com o que acontecia com cada um deles. Especialmente Fanny, eu realmente torci por ela e quis que tudo desse certo. Jane Austen usa muito traços comuns ao compor seus personagens, o que os torna extremamente reais e presentes nos dias de hoje.
A narrativa da autora não é rápida. Contudo, isso permite que o leitor passe mais tempo conhecendo e entendendo os personagens. Eu gosto muito da narrativa e da maneira como a Jane Austen desenvolvia as histórias. Gosto da forma que ela não fala e sim mostra o que os personagens sentem. Os diálogos são incríveis e eu adoro a maneira como ela desenvolve os personagens.

Recomendo a leitura de Mansfield Park, como recomendo a leitura de qualquer outro livro da autora.

23 de fevereiro de 2014

Semana Esther: Resultados




Olá!


Esse é o último post da Semana Esther e eu vou divulgar os resultados dos sorteios e do concurso cultural. 

Primeiramente, eu queria agradecer a todo mundo que acompanhou os posts aqui no blog. Apesar do fato que eu não consegui fazer posts diários devido a vários motivos, eu consegui cobrir todos os pontos do livro que eu desejava. 

Resultado do sorteio 1: "A estrela que nunca vai se apagar" + "A Culpa é das Estrelas". 

Vencedor: Douglas Fernandes

Resultado do sorteio 2: "A Culpa é das Estrelas"

Vencedor: Júlia Nevares

Resultado do concurso cultural:

Como eu escolhi os vencedores? Eu copiei o desejo de cada um sem o nome da pessoa junto, li todos e pedi ajuda de alguns familiares para escolher os cinco melhores.

Primeiro lugar: David Galan
Segundo a Quinto lugar: Patrícia Vasconcellos, Heloisa Elena, Camila Amizadai, Larissa Pelosi.

Eu já enviei e-mail a todos os vencedores, peço que respondam até quarta-feira (26/02) com o endereço para envio. A responsabilidade do envio dos prêmios é da editora.

Muito obrigada a todos que participaram!

Gabi

21 de fevereiro de 2014

#SemanaEsther: Esther Day


Esther Day (Dia da Esther) é a data do aniversário da Esther Earl e uma espécie de ‘feriado’ na comunidade dos Nerdfighters. Antes de Esther morrer em 2010, John Green conversou com ela e sugeriu que ele e o Hank (seu irmão) continuassem marcando a data durante todos os anos até o fim dos vlogbrothers.
Ele perguntou o que ela gostaria que fosse feito nos vídeos e após pensar por algumas semanas, Esther disse que queria que fosse um dia para celebrar o amor entre família e amigos.
Esther fez um vídeo resposta ao vídeo onde o John Green apresentou o projeto disse que isso a deixava muito feliz, que estava muito agradecida e que amava muito sua família. Ela morreu no dia 25 de agosto do mesmo ano, apenas alguns dias depois do vídeo.
Na página 397 do livro tem uma transcrição do vídeo da Esther. Vocês podem assistir ao vídeo em inglês aqui e ao vídeo do John Green aqui.
“Eu amo minha família. Minha família sempre me apoiou ao longo do câncer e de toda essa porcaria e de quase morrer e tudo (...). Amo meus amigos; meus amigos são incríveis, os que eu conheci online, os que ainda tenha na vida real, e esse vídeo (vídeo do John falando sobre o Esther Day) me faz feliz, então o vi de novo um monte de vezes e adoro, é muito lindo (...)”
Hoje não vai ter nenhum sorteio novo, mas vocês podem participar dos sorteios já postados aqui durante a semana, é só olhar os últimos posts do blog.

20 de fevereiro de 2014

#SemanaEsther: Make a Wish

Oi gente,
O post de hoje vai ser rapidinho, só para não deixar sem nada como acabou acontecendo ontem. Contudo, acho melhor avisar aqui que eu fui chamada em uma lista de espera para a Universidade Federal de Ciências da Saúde aqui de Porto Alegre e isso fez com que as minhas férias terminassem abruptamente uma semana antes. Ou seja, está tudo bem confuso e corrido por aqui e os posts vão sofrer as consequências de tudo isso.
Enfim, vamos voltar a Semana Esther.
Hoje eu vou falar da organização chamada Make a Wish. É uma organização onde o objetivo é proporcionar que os desejos de crianças em situações de risco de vida sejam realizados. Além dos Estados Unidos, a organização atua em outros 47 países ao redor do mundo.
Make a Wish teve seu início em 1980 com um menino de sete anos chamado Christopher James Greicius, que estava no tratamento para leucemia. O sonho dele era ser um policial e um oficial de Phoenix se juntou com outros policiais para tornar o sonho dele realidade.
A maioria dos desejos acaba sendo nessas categorias:
Eu desejo ir, eu desejo ser, eu desejo conhecer, eu desejo ter e eu desejo dar.
A organização trabalha junto com os pais e os médicos da criança para proporcionar a melhor experiência no período que todos acham mais adequado.
O desejo de Esther foi conhecer seus amigos da internet (foto). A organização proporcionou a viagem deles até Boston e um final de semana em que puderam se conhecer pessoalmente e guardar boas memórias.
O ‘sorteio’ de hoje é um concurso cultural! Quem quiser participar deve enviar um e-mail com o assunto “Semana Esther Concurso Cultural” para livrosevagalumescontato@hotmail.com contando qual seria o seu desejo.
Eu irei receber os e-mails até sábado (22/02) a meia noite. O resultado será divulgado no domingo e os prêmios são:
Primeiro Lugar: Um exemplar de “A estrela que nunca vai se apagar”

Segundo a Quinto lugar: kits com 1 bottom, 1 camiseta, 1 pulseira e 1 pingente.

18 de fevereiro de 2014

#SemanaEsther: John Green e “A Culpa é das Estrelas”


“A Culpa é das Estrelas”, livro do John Green (já muito comentando aqui no blog) é dedicado à Esther Earl. Isso fez com que vários comentários sobre a Hazel ser baseada na Esther surgissem.
O autor já se pronunciou bastante sobre o assunto dizendo que não, a Hazel não é a Esther. A única semelhança é as duas terem câncer na tireoide e serem adolescentes.

Após a leitura de “A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar” isso fica bem claro. Hazel é uma personagem. Esther era uma menina real. John Green já falou também que após conhecer Esther ele viu que o câncer não era ela. Esther era uma adolescente como todas as outras, com dúvidas, inseguranças e sonhos. Ela não era o seu câncer.

Acredito que esse pensamento torna “A Culpa é das Estrelas” um livro tão especial. Não é um livro sobre câncer. Sim, é triste e sim é pesado em alguns momentos, mas Gus e Hazel são adolescentes. Eles têm um ótimo senso de humor, e vão de conversas densas e filosóficas para conversas simples em questão de minutos.

Na introdução do livro, escrita pelo John Green, ele diz que Esther inspirou “A Culpa é das Estrelas” na forma que após sua morte, ele havia ficado com tanta raiva e isso o levou a escrever constantemente. 

A história de Hazel faz parte de um romance. Com um enredo, com outros personagens construídos e com um final planejado. A história de Esther é cem por cento real e eu gostei muito de poder conhecer a história de Esther por meio das palavras dela. Vale a pena.

Para quem gosta dos vídeos, eu falei um pouquinho sobre o livro aqui:

           

O sorteio do dia é o livro "A Culpa é das Estrelas", para participar é só seguir as instruções do Rafflecopter abaixo. O resultado será divulgado no post de domingo. 

a Rafflecopter giveaway

17 de fevereiro de 2014

#SemanaEsther: Resenha "A estrela que nunca vai se apagar"


Eu acompanho canal dos Vlogbrothers já faz um tempo. Já conhecia a história da Esther Earl, já tinha assistido alguns vídeos dela e quando descobri que o livro seria publicado, fiquei com bastante interesse em realizar a leitura.
Essa não vai ser uma resenha como as outras. Não é um livro com personagens, enredo e conflitos, é um conjunto de entradas de diário, posts em blogs, mensagens dos amigos da Esther, desenhos e fotos. É um livro de memórias.
Esther Earl foi diagnosticada com câncer na tireoide aos 12 anos de idade. A vida dela e de sua família mudou completamente a partir da descoberta, eles saíram da França e retornaram aos Estados Unidos para poder proporcionar um tratamento melhor à filha.
As entradas de diário presentes no livro mostram que apesar da doença, Esther era uma adolescente normal. Ela tinha dias bons, dias ruins, ela se estressava com seus irmãos e com seus pais e tinha um ótimo senso de humor. Por mais que o livro fez com que eu chorasse bastante, Esther era muito divertida.
Acredito que o livro teve um impacto maior sobre mim por ser uma história real. Esther não é uma personagem criada por um escritor, ela era real. Isso quebra o meu coração em pedaços ao ler ela comentando sobre seus sonhos, sobre como ela não se sentia bem reclamando da dor e do que estava acontecendo porque existiam pessoas em uma situação pior que a dela e sobre como ela queria fazer a diferença.
O leitor sente ao ler as entradas do diário se ela estava em um dia bom ou ruim. As palavras dela são muito honestas e pesadas.
Podemos acompanhar também os relatórios que os pais dela postavam em um blog, relatos de amigos que ela conheceu na internet e comentários de alguns médicos e comentários do John Green, que conheceu Esther em uma convenção de fãs de Harry Potter.
No decorrer da Semana Esther vou comentar diariamente outros pontos da história dela e com ela conseguiu fazer a diferença na vida de diversas pessoas. Espero que gostem e que acompanhem os posts diários!

Durante a semana vai ter diversos sorteios aqui no blog e nos outros blogs participantes. Começando hoje com o sorteio de um exemplar de "A estrela que nunca vai se apagar" e "A Culpa é das Estrelas" para um vencedor. O resultado será divulgado no domingo.

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14 de fevereiro de 2014

Resenha: Allegiant - Veronica Roth

Terminar trilogias é sempre algo delicado. Principalmente quando se trata de uma trilogia que eu gosto bastante e que eu tinha várias expectativas para o último livro. Várias perguntas que precisavam de respostas.
Sem entrar em detalhes de enredo, Allegiant começa exatamente após o final de Insurgente e muita coisa acontece no decorrer das 526 páginas. Uma das minhas maiores expectativas era que a autora explicasse o motivo das facções existirem, o que aconteceu para elas serem necessárias e o que está acontecendo fora delas.
Veronica Roth explica tudo isso de uma forma brilhante. Essa explicação fez com que eu gostasse muito mais dessa trilogia, por entender a base de tudo que acontecia nos livros anteriores e por ver que a autora realmente pensou e construiu o mundo em que a história é ambientada.
Existe um motivo pelo qual as facções foram criadas e esse motivo fechou muito bem com tudo que foi apresentado ao leitor desde o inicio. Todas as minhas perguntas foram respondidas pela autora nesse livro, eu não poderia pedir mais nada.
Veronica Roth apresenta uma discussão muito interessante sobre preconceito e sobre a origem dos diversos problemas do mundo distópico da autora, principalmente envolvendo as pessoas categorizadas como divergentes. O que faz com que essas pessoas sejam diferente das outras e o impacto disso. 
A sociedade desse mundo chegou onde chegou por diversos fatores, e eu gostei muito de como isso foi trabalhado em Allegiant. Não existe uma pessoa certa e outra errada, existem pessoas tentando consertar uma sociedade e não necessariamente o que estão fazendo esteja funcionando. Eu gostei muito das ideias apresentadas pela Tris no que se refere ao que ela pensa em fazer para tentar consertar tudo.
Diferentemente dos outros livros, em Allegiant temos uma alternância de narrador. Um capítulo é narrado pela Tris e outro pelo Tobias. Gostei bastante de poder ler pelo ponto de vista do Tobias e essa escolha faz com que o leitor tenha uma visão ampliada e completa da história.
A narrativa da autora tem um ritmo rápido e é completamente viciante. Veronica Roth escreveu o final que essa trilogia merecia. Por mais que tenha sido triste e que eu tenha sofrido com algumas escolhas da autora, preciso reconhecer que não tinha outro caminho. Foi a escolha certa.

12 de fevereiro de 2014

Vídeo: como eu comecei a ler em inglês


Oi,
Eu já escrevi um post sobre isso aqui no blog, mas nos meus últimos vídeos várias pessoas pediram que eu gravasse um vídeo comentando sobre como eu comecei a ler em inglês.

Então, aqui está o vídeo:

             

Vocês têm algum conselho/história/dúvida para compartilhar? 

Gabi

9 de fevereiro de 2014

Resenha: A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

“A Mulher do Viajante no Tempo” conta a história de Henry DeTemble e Clare Abshire. Ele trabalha em uma livraria em Chicago e involuntariamente viaja no tempo, ela é uma artista e desde o primeiro momento que conhece Henry sua vida acaba sendo diferente da vida de todos os outros.
Durante a narrativa maravilhosa de Audrey Niffenegger, o leitor vai acompanhando a vida dos dois em diversos momentos. O livro é narrado tanto por Henry quanto por Clare, o que permite o leitor a ter uma visão dos dois lados da história. É um livro bem diferente, principalmente pela ambientação, pela ideia de tempo e espaço e pela ideia de presente, passado e futuro que ‘acontecem’ simultaneamente.
É necessário um pouco de tempo para se acostumar com isso, mas logo vai ser apenas um fato do livro, nem um pouco confuso e extremamente intrigante. Eu gosto muito da temática de viagens no tempo e nesse livro, isso for abordado de uma forma incrível e envolvente.
A narrativa da autora não é linear, ela dá alguns saltos de ida e volta no tempo, mas todas as pontas soltas acabam sendo explicadas eventualmente. Diferente da maioria das narrativas, não existe um grande conflito a ser resolvido e nenhuma reviravolta, é apenas a história de duas pessoas ao longo dos anos. Contudo, o fator ‘viagem no tempo’ torna extremamente fácil o leitor ficar interessado no futuro dos personagens.
Os personagens são todos muito bem caracterizados e desenvolvidos durante a história. Não são perfeitos, todos eles possuem falhas, defeitos e são acabam sendo personagens muito humanos e honestos.
Meu coração foi quebrado em pequenos pedaços no final e isso só prova o quanto a história se tornou importante para mim. Eu amei a narrativa da autora, o romance,  a abordagem das viagens no tempo e simplesmente amei o livro.

Recomendo muito.

6 de fevereiro de 2014

5 Livros: Clássicos


Finalmente continuando a minha série de vídeos com recomendações de livros de diferentes gêneros. Nesse vídeo eu vou falar sobre os meus cinco livros clássicos favoritos! Espero que vocês gostem.

               

Quais são os clássicos favoritos de vocês?

Gabi

3 de fevereiro de 2014

Resenha: Todo Dia - David Levithan

Todas as manhãs A acorda no corpo de uma pessoa diferente. A única característica que permanece comum dia após dia é a idade. Do resto, pode ser qualquer pessoa. A não tem corpo, não tem um gênero definido e tenta viver cada dia sem causar muito impacto na vida do hospedeiro.
A premissa de “Todo Dia” chamou muito a minha atenção. Já tinha lido alguns livros do David Levithan e me surpreendido muito com a sua narrativa.
A regra principal de não interferência é quebrada quando A acorda no corpo de Justin e acaba conhecendo sua namorada Rhiannon. Ele (a tradutora usa o pronome masculino ao se referir a A) passa então a tentar se reencontrar e manter contato com ela a cada dia, independentemente do corpo que está habitando.
David Levithan escolhe a maior variedade de adolescentes para A habitar por um dia. Isso fez com que várias discussões pudessem ser trabalhadas. A ideia de beleza interior e exterior e a ideia de que por mais que todos adolescentes sejam bem diferentes, todos têm características em comum. A sociedade, a família e as influências externas vão formando as pessoas de diferentes formas.
A não tem família, amigos, uma casa ou qualquer lugar e pessoa a quem ele possa pertencer. Isso me trouxe vários pensamentos de como muitas vezes, pertencer a algo é importante nessa faixa etária. Ter alguém para sentir sua falta e ter algo que você possa sentir falta. A é simplesmente sozinho, sem nada nem ninguém.
Rhiannon é uma ótima personagem por refletir o que eu sentia na maioria das vezes. Não é fácil aceitar as trocas de corpos e ainda assim aceitar que é a mesma 'pessoa' dentro deles. 

Talvez por eu esperar demais do livro, tenha acabado me decepcionando um pouco. David Levithan escreveu um dos meus livros favoritos e eu não consegui sentir nesse o que eu senti lendo "The Lover's Dictionary". Eu senti que faltou uma profundidade maior na história, um pouco mais de aprofundamento nos personagens e na discussão apresentada durante o livro. 
Eu realmente achei que o autor fosse dar uma explicação do porquê de tudo para o leitor, o fato que muitos pontos ficaram soltos me deixou um pouco incomodada. O final foi dolorido, mas foi o final certo para esse livro.  
Foi uma leitura interessante, eu esperava um pouco mais de profundidade e acabou não sendo o meu favorito do autor. Eu gostei, mas não foi tudo que eu esperava. Para quem acha a premissa instigante, recomendo conferir a história e tirar suas próprias conclusões.